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26/01/2026
Como identificar o desgaste da bandeja de suspensão
A Nakata está ampliando o portfólio. Agora, a empresa tem 40 novos amortecedores pressurizados da linha HG, destinados a modelos das montadoras BYD, Citroën, GM, Honda, Nissan, Peugeot, Toyota e Volkswagen.
Esse movimento está diretamente ligado à atuação da unidade fabril da Nakata em Extrema (MG), onde os componentes são desenvolvidos e produzidos com a participação de uma equipe de profissionais qualificados, que atuam em processos industriais alinhados aos padrões técnicos da empresa.
Os novos códigos contemplam uma gama variada de veículos, que vão de compactos a SUVs e picapes, reforçando a estratégia da Nakata de oferecer cobertura ampla e soluções completas para o reparador.
Entre as aplicações, estão modelos que vêm ganhando espaço nas ruas, como os elétricos BYD Dolphin e Dolphin Mini, além do novo Citroën C3, os SUVs GM Tracker, Toyota Corolla Cross e Volkswagen Taos, Honda HR-V e Volkswagen Tiguan, além de modelos como GM Trailblazer, Honda City, Nissan Versa, Sentra e Frontier, Peugeot 208 e Partner.
Importância dos amortecedores para estabilidade e conforto
Os amortecedores têm papel fundamental na segurança veicular, pois são responsáveis por controlar as oscilações provocadas pelas irregularidades do pavimento, atuando em conjunto com as molas para manter o contato permanente dos pneus com o solo. Essa função é decisiva não apenas para o conforto dos ocupantes, mas também para a estabilidade do veículo, a eficiência da frenagem e a dirigibilidade em diferentes condições de uso.
A Nakata chama a atenção para alguns sinais que podem indicar a necessidade de inspeção ou substituição das peças: ruídos anormais na suspensão, desgaste irregular dos pneus, balanço excessivo da carroceria em frenagens, curvas ou irregularidades, aumento da distância de frenagem, vazamento de óleo nos amortecedores e sensação de instabilidade em curvas e manobras mais bruscas.
Ignorar esses indícios pode resultar em perda de controle do veículo em situações de emergência, maior risco de aquaplanagem, aumento da fadiga do motorista e elevação dos custos de manutenção, já que outros componentes da suspensão podem ser afetados.
