
Ford promove competição nacional para técnicos da rede
26/10/2026
Como melhorar a eficiência dos freios?
27/10/2026
NGK elenca cinco sinais que indicam a necessidade de substituição dos cabos de ignição
Em outubro de 2026, no Brasil, a NGK emitiu um alerta sobre a manutenção preventiva em carros com mais de dez anos. A fabricante destacou a necessidade de checar o sistema de ignição para conter emissões e consumo. Para isso, os motoristas devem inspecionar velas, cabos e bobinas periodicamente.
O motor desgasta os eletrodos das velas de ignição durante o uso normal. Consequentemente, ocorre o arredondamento das pontas e o aumento da folga entre eles. Esse desgaste exige maior tensão para gerar o centelhamento necessário.
Ademais, a falta de manutenção preventiva gera estresse em cabos e bobinas. Esses componentes precisam operar com tensões muito mais elevadas. Portanto, pequenas falhas afetam diretamente o consumo de combustíveis fósseis.
Cuidados essenciais com cabos e bobinas
Os cabos conduzem a corrente elétrica da bobina até as velas. Eles suportam altas cargas que alcançam até 20 mil volts. Por isso, os fabricantes utilizam materiais de alta isolação elétrica.
Contudo, o calor do motor provoca a oxidação e o ressecamento das borrachas. Logo, a troca deve ocorrer a cada 60 mil quilômetros ou três anos. Além disso, as bobinas dependem diretamente da integridade das velas.
Hiromori Mori, consultor da Niterra, reforça as vantagens da prevenção. Segundo ele, a prática evita falhas mecânicas e reduz custos operacionais. Assim, o conjunto mecânico ganha maior durabilidade e segurança.
Seguir rigorosamente as recomendações do fabricante traz outros benefícios. Consequentemente, o veículo conquista um melhor valor no mercado de revenda. Afinal, um histórico organizado valoriza o automóvel na hora da negociação.
